terça-feira, 30 de março de 2010

Pesquisa Colaboração e Inteligência Empresarial em Marketing e Vendas 2010





Reunimos nesta pesquisa três temas de grande interesse das empresas no Brasil:


- Colaboração com clientes e parceiros nas áreas de MKT e Vendas

- WEB 2.0 e Redes Sociais

- Inteligência Empresarial/ Inteligência Competitiva


São mais de 20 gráficos com análises dos especialistas Daniela Ramos Teixeira e Roberto Carlos Mayer.


Com 84 empresas participantes dos setores de tecnologia da informação, indústria, serviços e infra-estrutura, esta Pesquisa foi realizada durante o ano de 2009, sendo resultado de uma ação conjunta das empresas REVIE Inteligência Empresarial e MBI.



Saiba mais sobre o conteúdo do Relatório Gerencial


Estamos vivenciando uma fase da Inteligência Competitiva no Brasil em que há a necessidade por processos, métodos e técnicas.

Este relatório traz um mapeamento do que está sendo utilizado pelas empresas no Brasil e o mais importante: o que traz resultados.

Por outro lado, não podemos esquecer de desenvolver produtos/serviços que vendam, e trabalhar a gestão dos nossos clientes e parceiros estratégicos.

Com este relatório, saiba também quais as técnicas, ferramentas e métodos que as empresas no Brasil estão utilizando para serem bem sucedidas na gestão de produtos, de clientes e de parceiros.

Outro assunto de grande relevância em nível mundial é a Colaboração e o crescimento das Redes Sociais e WEB 2.0.

Mas será que as empresas no Brasil estão colaborando? Como estão sendo desenvolvidas essas práticas colaborativas com os seus parceiros e clientes?

E qual é o grau de colaboração das empresas com os parceiros e clientes?

O crescimento das redes sociais e das ferramentas da WEB 2.0 é uma realidade.

Mas estão sendo realmente utilizadas nas ações de Marketing e Vendas pelas empresas?

Essas são algumas das respostas que você encontra no Relatório e que trazemos com exclusividade para você com foco no mercado brasileiro.


Adicionalmente, o relatório contém um teste auto-avaliação das empresas, por meio do qual é possível descobrir o nível de colaboração da empresa em Marketing e Vendas.


Para informações adicionais sobre o Relatório Gerencial contatar: report2010revie@mbi.com.br

Acesse o questionário em www.mbi.com.br/MBI/loja/livros-relatorios/2010-relatorio-inteligencia-empresarial-questionario/

segunda-feira, 15 de março de 2010

Redes de Valor e de Cooperação Empresarial: O valor da união - revista Empreendedor Varejo






O valor da união

por Beatrice Gonçalves

A associação de pequenas lojas em rede dá poder de barganha aos integrantes, facilita a concorrência com grandes grupos e melhora os resultados


Quando grandes redes de materiais de construção começaram a se instalar no Rio Grande do Sul, os empresários locais do setor perceberam que era o momento de se unir para não perder espaço no mercado. Onze deles começaram a fazer compras em conjunto e viram que era preciso estreitar as relações com outros pequenos e médios varejistas. Em 2001, eles lançaram a rede associativa de materiais de construção Redemac e passaram a trabalhar em conjunto.

Associados e unidos por uma rede de valor empresarial, esses varejistas conseguiram negociar melhor os preços e os prazos de pagamento com os fornecedores, ampliar seu mix e padronizar os serviços oferecidos. Em oito anos de trabalho, montaram uma rede de materiais de construção que é líder no mercado gaúcho e que tem mais de 70 lojas.

A estratégia adotada pelos empresários do Rio Grande do Sul em reunir pequenos e médios varejistas em torno de um trabalho cooperativo é uma tendência de mercado. Unidos através de redes de valor empresarial, esses pequenos varejistas ganham espaço no mercado e se tornam mais competitivos. Daniela Teixeira, especialista em estratégia, desenvolvimento e inteligência empresarial da REVIE, explica que pela rede de valor os empresários podem compartilhar sistemas, processos, tecnologia da informação ou algumas ações de marketing e vendas. “As redes apostam na relação win-win (em que todos que participam dela saem ganhando) e que a melhora no desempenho do setor e dos parceiros comerciais traz ganhos para todos”, afirma.

No sistema da Redemac, todos os varejistas são associados à rede e donos da marca. A administração de cada unidade fica a cargo do empresário proprietário e as decisões estratégicas da Redemac são feitas em conjunto. Para estruturar o negócio e melhorar os serviços oferecidos, os empresários tiveram o apoio do programa Redes de Cooperação, da Secretaria do Desenvolvimento dos Assuntos Internacionais do Rio Grande do Sul (Sedai). “A Redemac é um misto de cooperativa, central de compras e franquia.

Compramos em conjunto, trabalhamos por meio do associativismo e usamos a padronização que a franquia costuma praticar para que todas as lojas tenham o mesmo layout”, explica Luiz Henrique M. de Paula, diretor de relações com o mercado da Redemac. Uma vez por mês, todos os associados se reúnem e discutem as diretrizes da marca em assembleia. “Nessas reuniões, o varejista fala de suas dificuldades e, em alguns casos, outros associados apresentam soluções para o problema que ele tinha. Isso só é possível porque esse sistema faz com que pequenos varejistas não enxerguem no outro pequeno um concorrente e sim um parceiro”, afirma Luiz Henrique. O diretor conta que já aconteceu de um grupo de associados, que não vendia aquecedores porque achava que não saía, mudar de opinião durante as reuniões, passar a oferecer o produto e, com isso, faturar mais.

Em rede, os varejistas conseguem trabalhar como grandes. Fazem compras em conjunto, conseguem dos fornecedores condições de pagamento e entrega mais facilitadas, ampliam o mix de produtos, padronizam os serviços e têm um layout único. “Hoje em rede conseguimos exigir mais dos fornecedores, e para escolher os produtos que serão vendidos na rede, analisamos o preço, a qualidade do produto, a entrega e também as condições de pagamento”, comenta o diretor.

Com operações em todas as regiões do Rio Grande do Sul e mais de 1,8 mil colaboradores, a Redemac é uma das principais redes de materiais de construção do estado. Todos os associados registram crescimento no faturamento e há casos de lojas que aumentaram em 300% as vendas ao longo destes oito anos de trabalho em rede. Com a melhora na estrutura do negócio e com a conquista de espaço no mercado, o receio que antes os varejistas tinham de concorrer com os grandes diminuiu. “A grande empresa chega numa região e não gera o mesmo número de vagas que um conjunto de pequenas lojas gera. No nosso caso, como as empresas da rede estão crescendo, elas estão investindo no local, não levam o lucro para fora e, com isso, utilizam mais a mão de obra local”, afirma Luiz Henrique.

Para Jorge Verschoore, pesquisador da Universidade do Rio dos Sinos (Unisinos) e especialista em redes de valor, o caso da Redemac é uma tendência de mercado. Ele explica que a concorrência não se faz mais em nível local e é preciso que as empresas estejam preparadas para competir com os grandes. “Uma das características da nova economia é o fim da ação isolada das empresas, o êxito empresarial depende da complementaridade de recursos e esforços.”

Verschoore estudou diversas formas de associativismo empresarial no Brasil e no exterior e escreveu o livro Redes de cooperação empresarial (Bookman, 2008) em coautoria com Alsones Ballestrin. O modelo de redes é, segundo o pesquisador, diferente da franquia porque não há uma relação de um empresário que tenha conhecimento na área e outro que não tenha know-how. “Na relação associativa, todos são donos da marca e ajudam a construir o modelo, a metodologia e o dia a dia do negócio.”

O pesquisador explica que há diferentes formas de se trabalhar em rede. No caso da Redemac, são empresas que vivem sob a lógica da cooperação, mas podem existir casos de empresas que podem trabalhar em rede só em uma atividade econômica como, por exemplo, para fazer compras em conjunto, e aquelas que trabalham a partir de uma marca líder. “Na pesquisa que fiz sobre redes observei que as que têm mais vantagens no mercado são as do varejo e aquelas que têm maior número de associados porque proporcionam maiores ganhos para toda a cadeia”, explica.

Mas não é fácil trabalhar em rede porque a gestão é bastante complexa. “Uma coisa é você gerenciar sua empresa sozinho, a outra é com mais 100, é bem mais difícil”, afirma Verschoore. Para auxiliar no dia a dia dos negócios, ele orienta que os empresários busquem o auxílio de uma consultoria especializada ou de uma entidade do setor. “Se não tiver alguém que tenha conhecimento de como mostrar para o grupo essas vantagens de trabalhar em rede, dificilmente o varejista sozinho conseguirá reunir outros em um mesmo projeto.”

Para Daniela, da REVIE Inteligência Empresarial, os varejistas que quiserem montar redes de valor devem estar atentos aos contratos de cooperação que estabelecem as parcerias. “O contrato precisa estar muito bem amarrado e mostrar até que ponto essa empresa vai colaborar e qual será o nível de cooperação entre elas.”


Valor na moda

A Marisol, uma das maiores fabricantes de roupas do Brasil, levou a sua experiência de mais de 45 anos de mercado para o sistema de redes de valor. A empresa criou em 2006 a One Store, primeira rede de valor do segmento de moda do País. Pelo sistema, varejistas multimarcas podem ter uma identidade padrão e ainda contar com consultoria financeira, de comunicação e de marketing nas vendas de roupas das marcas Marisol, Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Mineral, Pakalolo e Criativa. “A One Store tem como missão aportar vários serviços para auxiliar na profissionalização do varejo multimarcas”, explica Roberto Keiber, diretor-executivo da Marisol.

Diferente do sistema de franquia, na One Store não é exigido exclusividade e o varejista precisa fazer apenas pequenas alterações na loja para integrar a rede. Ele segue um modelo de padronização da fachada central, das vitrines, da disposição interna e do padrão de balcão-caixa. “Essas modificações são importantes para garantir identidade às lojas que pertencem à rede One Store”, afirma Keiber.

Os varejistas da rede têm consultoria na implantação e gestão da unidade. Uma equipe de consultores da One Store faz visitas técnicas a cada unidade para acompanhar mensalmente a operação dos lojistas. “Nessas visitas é avaliado o desempenho de cada vendedor, acompanhando o tíquete médio e o fluxo de caixa”, diz Keiber.

A rede tem 120 operações no País e a previsão é que chegue a 600 até 2014. Para integrar a rede e ter a licença de uso da marca One Store, o lojista paga uma taxa única de adesão e outra mensal pelo uso dos serviços oferecidos.

Milene Mattos é proprietária de duas lojas One Store em Florianópolis – uma no Bairro Campinas e outra no Floripa Shopping. “Meu faturamento cresceu cerca de 40% com a One Store.” A empresária conta que devido ao aumento na demanda dos serviços ela precisou ampliar uma das lojas. “A do Floripa Shopping eu abri inicialmente com 80 metros quadrados mas precisei aumentá-la, e hoje ela tem 280 metros quadrados.”

Milene conta que o cliente que hoje entra na loja se sente mais à vontade e consegue ter uma visão melhor dos produtos vendidos. “Na minha loja, que antes era multimarca, todas as peças eram dobradas em prateleiras e os clientes não conseguiam ter acesso a elas. Hoje, com a One Store, todas as peças estão em cabides e isso ajudou bastante a ter uma exposição melhor dos produtos”, afirma.


Contato:

One Store - www.onestore.com.br
One Store Floripa Shopping Florianópolis - (48) 3389-3482
Unisinos - www.unisinos.br
Redemac - www.redemac.com.br
REVIE Inteligência Empresarial– www.revie.com.br



Fonte: www.revie.com.br. Matéria Publicada na revista Empreendedor Varejo, nº 66, dezembro 2009, ano VI, pg.32-34

terça-feira, 9 de março de 2010

Artigo 'Como Produzir Inteligência Empresarial '- 1º no Google.com.br

Digitando as palavras-chave inteligencia empresarial no www.google.com.br, o artigo 'Como Produzir Inteligência Empresarial' que escrevi, recentemente, está na 1ª posição, na 1ª página.

A pesquisa foi realizada em 9/3/2010.





Agradeço a todos os leitores dos meus artigos que vem me acompanhando ao longo desses 8 anos.


SDS,

Daniela Ramos Teixeira


Fonte: www.revie.com.br