sábado, 21 de março de 2009

1ª Entrevista sobre o Método REVIE com Áudio

Esta entrevista foi concedida ao portal IBRAMERC (Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado) em 17/3/2009.

É a 1ª entrevista para a mídia sobre o Método REVIE - Rede de Melhores Práticas para MKT e Vendas.

É possível também ouvir o conteúdo da entrevista. Podcast disponível abaixo com informação adicional sobre a REVIE.






Metodologia revoluciona a inteligência empresarial

17/03/2009 | Fonte: Ibramerc


Como melhorar as práticas de Marketing e Vendas? Essa é uma pergunta freqüente, ainda mais em períodos de economia turbulenta. Para Daniela Ramos Teixeira, especialista em Marketing e Negócios pela Universidade da Califórnia, existe uma maneira: o Método REVIE.

“A REVIE significa Rede de Valor para Inteligência Empresarial. É uma rede de melhores práticas para Marketing e Vendas, estruturada em quatro eixos: produtos, clientes, parceiros e mercado. O objetivo é não somente reunir as informações e integrar os dados, mas também criar e partilhar o conhecimento com um nível de colaboração em que os ganhos e os resultados sejam maximizados”, contou.

A implantação do método é feita em três etapas. Na primeira, é preciso identificar as necessidades das empresas em Marketing e Vendas. A segunda etapa é selecionar as melhores práticas de Marketing e Vendas, definindo a aplicabilidade nos quatro eixos da Inteligência. A terceira, e última etapa, é medir os resultados alcançados depois da implantação da REVIE.

Essa idéia nasceu em 2007. A experiência de Daniela como consultora, gestora e como estudiosa no assunto ajudou na criação e na estruturação do método REVIE. “Percebi que as empresas não alcançavam seus objetivos ou os alcançavam em partes, porque falhavam em um ou mais eixos. É o que chamo de Eixos da Inteligência que são: produtos, clientes, parceiros e mercado/concorrência. Algumas empresas que mapeei desenvolviam produtos inovadores, mas pecavam na escolha de parceiros. Hoje, parceria estratégica não é mais vantagem competitiva, é necessidade! Outras empresas sabiam amarrar bem as parcerias, mas deixavam a desejar no relacionamento com clientes. Diante destas constatações, comecei a fazer algumas análises e estudos de empresas para avaliar e analisar quais as melhores práticas em Marketing e Vendas”, relatou Daniela.

Uma das principais vantagens da REVIE, segundo Daniela, é que, com ela, as ações não serão feitas de forma isolada e irão proporcionar uma relação win-win (ganha-ganha). “A idéia é que as empresas ganhem e que os clientes e os parceiros também. Vejo que as ações existem, mas além de serem isoladas, não se ‘conversam’. É muito difícil encontrar uma empresa que está forte nos 4 eixos e comprovei essa situação em 2008, quando fiz um estudo das melhores práticas em Marketing e Vendas de várias empresas”, afirmou.

Entre os principais benefícios que podem ser proporcionados com a REVIE, Daniela destacou:

• Cria oportunidades de negócios (empresa-parceiro; empresa-cliente; parceiro-cliente);
• Gera maior valor ao negócio com o trabalho em conjunto de parceiros, clientes e empresa;
• Direciona e integra, assertivamente, os planos de negócios e a implementação de ações nos quatro eixos: mercado, produtos, clientes e parceiros;
• Identifica leads qualificados;
• Agiliza a tomada de decisão estratégica e operacional;
• Reduz os riscos, não apenas na tomada de decisão estratégica, mas também na implementação de e no acompanhamento das ações;
• Evita surpresas para empresa nos quatro eixos, preparando a empresa para mudanças rápidas no ambiente competitivo;
• Ajuda a manter o foco no que é importante para o negócio;
• Posiciona a empresa no mercado de forma mais competitiva, com foco no cliente e em parcerias estratégicas (modelo win-win, ganha-ganha);
• Aumenta capacidade de inovação da empresa.

Para conseguir expor suas idéias de forma completa, Daniela pretende publicar um livro detalhado sobre o método.



Contato


As empresas interessadas em conhecer como funciona o Método REVIE podem entrar em contato com Daniela no e-mail: daniela_teixeira@consultant.com ou pelo blog http://inteligenciaempresarial-brasil.blogspot.com

Fonte: http://www.ibramerc.org.br/itemBiblioteca.aspx?id=722




Conteúdo do CHAT: Utilizando a Inteligência Competitiva para lançar novos produtos

Segue, abaixo, uma overview do chat que participei a convite da IBRAMERC em novembro/2008. E em seguida o conteúdo do chat na íntegra.


CHAT: Utilizando a Inteligência Competitiva para lançar novos produtos

http://www.ebusinessbrasil.com.br/redesocial/comunidade/chatdaniela/





No dia 28/11, às 16 horas, foi realizado mais um chat na CIM. Desta vez, nossa convidada foi Daniela Ramos Teixeira, especialista em Marketing e Negócios pela Universidade da Califórnia, que abordou o seguinte tema: A contribuição da Inteligência Competitiva para gestão de novos produtos e serviços.

Como sempre, muitas dúvidas pairaram no ar, antes mesmo da nossa convidada se apresentar, mas Daniela já iniciou sua participação apresentando algumas idéias: “As empresas, na maioria das vezes, optam por modelos de trabalho colaborativos no desenvolvimento de novos serviços/ produtos. Quando existe uma área de IC na empresa, surgem demandas como: analisar produtos similares na concorrência ou complementares, qual é o posicionamento desses concorrentes”.

As primeiras palavras de Daniela a respeito dos concorrentes geraram uma polêmica com relação à ética. “A questão da ética é muito importante, já que o posicionamento do funcionário sempre estará atrelado à empresa”, opinou.

Em seguida, nossa convidada comentou sobre como fazer um estudo de regiões em potencial para lançamento de um novo produto, ou então, para um produto já existente. “É necessário analisar o aspecto macro (PIB das regiões) e questões mais específicas ao negócio como o número de lojas dos clientes. Importante fazer também um estudo de segmentação dos seus clientes, por exemplo, saber qual o segmento financeiro, saber se compra mais na região X ou na região Y, deve-se fazer um mapeamento dos prospects”, completou.

Uma infinidade de perguntas sobre novos produtos bombardeava nossa convidada. Em meio a este bombardeio, uma pergunta chamou a atenção: Para uma área de IC que ainda está se desenvolvendo, reposicionar um produto, ou até mesmo uma marca, é mais fácil do que posicionar um novo produto? “Acredito que as duas entregas são possíveis, desde que haja profissionais com conhecimento para reposicionar ou desenvolver o produto. Para as duas entregas, vocês vão precisar da equipe de produtos da empresa. É um trabalho em conjunto. Reposicionar um produto no mercado pode ser ainda mais difícil do que lançar um novo produto. Cabe à IC fazer as projeções de crescimento do mercado”, respondeu Daniela.

Para finalizar, a especialista explicou em que a IC pode contribuir na gestão de novos produtos e serviços. “A Inteligência Competitiva pode contribuir no desenvolvimento de business plans com informações específicas sobre mercado e concorrência. Mas é preciso estar sempre alerta, pois nem sempre encontramos informação quantitativa específica sobre produtos/serviços”.


CONTEÚDO DO CHAT NA ÍNTEGRA

Aretha: boa tarde a todos!
Renata : Olá Pessoal!
Daniela Teixeira: Olá, boa tarde a todos.
Fabrizio: Nossa convidada de hoje é Daniela R Teixeira, especialista em Marketing e Negócios pela Universidade da Califórnia, com experiência em empresas como IBM, Accor Services, Softex. O tema abordado será: A contribuição da Inteligência Competitiva para gestão de novos produtos e serviços. Gostaria de solicitar a todos que fiquem atentos ao tema, e que tentem não fugir muito do assunto proposto. Sabemos que um assunto leva a outro, mas peço essa gentileza devido ao pequeno espaço de tempo que possuimos.
Vera Lú...: Olá!
Lindsay : Boa tarde!!!!!!!!!!!!!!!!
Renan: Olá!
Daniela Teixeira: vamos lá. Alguém já desenvolveu algum trabalho específico de IC para ajudar no desenvolvimento de novos produtos/serviços?
Daniela Teixeira: As empresas, na maioria das vezes, optam por modelos de trabalho colaborativos no desenvolvimento de novos serviços/ produtos. Qdo existe uma área de IC na empresa, surgem demandas como: analisar produtos similares na concorrência ou complementares, qual é o posicionamento desses concorrentes.
Lindsay : Ainda não chegamos propriamente a desenvolver um novo serviço, estamos ainda enfrentando o desafio de alinhar e melhorar os processos atuais e desenvolver a visão estratégica para passar a fase posterior, seria mais ou menos assim o processo não é Daniela?
Renata : SIM. No C.E.S.A.R, instituto de inovação aqui de Recife, trabalhei no projeto de IC que tem por objetivo posicionar os novos produtos e serviços desenvolvidos em seu mercado potencial.
Daniela Teixeira: Isso mesmo Lindsay. Alinhar e melhorar processos atuais é um dos caminhos. Mas nem sempre há tempo
Daniela Teixeira: principalmente em mercados altamente competitivos como TI e Telecom.
Vera Lú...: Eu atuei prestando serviço para uma empresa do ramo de vidro que tem o PEt como concorrente
Daniela Teixeira: Legal Renata. IC pode ajudar a área de produtos a desenhar o posicionamento do produto. Como? Pesquisando o posicionamento do concorrente é uma alternativa.
Norival : Daniela sempre que se fala em IC existe um questionamento quanto ao aspecto ético da pesquisa sobre o concorrente. Com você vê essa questão?
Lindsay : Daniela, você acredita que para uma área de IC que está ainda se desenvolvendo reposicionar um produto/serviço ou até mesmo uma marca é mais fácil do q posicionar um novo produto?
Renata : o passo inicial foi o de gerir o conhecimento do que empresa tinha feito até então para darmos o passo seguinte de fazer proposições de que mercados seria importante investir
Daniela Teixeira: Só para terminar a questão do posicionamento: os canais vcs já conhecem: site da empresa concorrente, news divulgadas, conversa com especialistas..cabe a nós profissionais de inteligência fazer um cruzamento de toda essa informação e chegar no melhor cenário. É preciso ficar atento pq às vezes a empresa objetiva se posicionar como especialista numa solução e se divulga dessa forma. Mas a realidade é outra.
Renata : nessa fase, desenvolvemos bastante o trabalho de COLETA de informação
Daniela Teixeira: Norival, é muito importante a questão da ética sim. Principalmente se trabalha numa empresa como funcionário e fala em nome dela.
Daniela Teixeira: Hj em dia utiliza-se muito a prática do mystery shopper (cliente misterioso) que é muito mais fácil para empresas do segmento B2C.
George ...: Boa tarde
Daniela Teixeira: para empresas B2B é mais complicado conseguir bons resultados com o mystery shopper. Mas não impossível. Depende do segmento da empresa, do negócio.
Norival : O problema da ética está nos aspectos estratégicos que são do conhecimento dos funcionários da empresa da que pretende-se levantar informações. O mistery shopper tem foco maior em preço.
Daniela Teixeira: Oi Lindsay, boa a sua pergunta.
Nathalia: por favor, qual é a pergunta?
Daniela Teixeira: Daniela, você acredita que para uma área de IC que está ainda se desenvolvendo reposicionar um produto/serviço ou até mesmo uma marca é mais fácil do q posicionar um novo produto?
Aretha: Lindsay : Daniela, você acredita que para uma área de IC que está ainda se desenvolvendo reposicionar um produto/serviço ou até mesmo uma marca é mais fácil do q posicionar um novo produto?
Renan: Daniela, estou atualmente desenvolvendo um estudo de 'potencialização' das regiões do Brasil... no ramo de eletroeletronicos... como medir a potencia de cada area ??? estou levando em consideração diversos aspectos como PIB das regioes, numero de habitantes, numero de loja dos nossos clientes... e etc... gostaria de saber se estou no caminho ou se alguem aqui tem uma idéia melhor ou uma fonte para que eu possa continuar com o trabalho...
Nathalia: obrigada
Daniela Teixeira: acredito que as 2 entregas são possíveis desde que haja profissionais com conhecimento para reposicionar ou desenvolver o produto. Para as 2 entregas, vcs vão precisar da equipe de produtos da empresa. É um trabalho em conjunto.
Renata : o cliente misterioso é uma fonte sim, mas penso que as informações existentes, os estudos e pesquisas de fontes primárias e secundárias são tão ricos que munem bem a atividade de IC para o sua finalidade proposta.
Daniela Teixeira: reposicionar um produto no mercado pode ser ainda mais difícil do que lançar um novo prod. Cabe à IC, fazer as projeções de crescimento do mercado.
Daniela Teixeira: às vezes isso é difícil pq não encontramos informações específicas sobre a linha de produto da empresa. Isso acontece muito no mercado de TI.
Renata : Renan, minha família trabalha com eletrodomésticos aqui no Nordeste, de repente poderemos contribuir de alguma forma com seu estudo e viabilizar algum negócio. poderemos conversar mais respeito por e-mail.
Daniela Teixeira: Olá Renan, me fale um pouco mais desse estudo de potencialização.
Renan: ok Renata, te envio email... obrigado!
Daniela Teixeira: vc quer descobrir novas regiões, regiões em potencial para o produto já existente?
Renan: regiões em potencial para o produto existente...
Renan: como medir a 'potencia' de cada região para o mercado de eletroeletronicos...
Renan: existe algum formato/definição/idéia de como realizar um estudo neste sentido ?
Renan: acho que pode ser bastante interessante para os demais participantes tb, no ramo no qual cada um atua..
Daniela Teixeira: OK Renan, está no caminho certo. Pelo que escreveu, vc está analisando o aspecto macro (PIB das regiões, p. ex.) e questões mais específicas ao negócio como n de lojas dos clientes. Importante fazer também um estudo de segmentação dos seus clientes (p. ex.: segmento financeiro compra mais na reg. x) e mapeamento dos prospects.
Rodrigo : Boa tarde é o meu primeiro acesso e gostaria de enturmar-me com as comunidades. quero desenvolver(já está quase pronto uma serie de atividades culturais) para ser apresentada para as escolas estaduais /municipais,mas estou sem apoio.Sou de São Paulo,morando em Ribeirão Pires.quero saber como definir tal produto para tal demanda.
Renan: ok Daniela...
Daniela Teixeira: n sei como é estruturado o seu negócio, mas os pp vendedores podem ajudar no mapeamento dos prospects. Ligando, conversando pessoalmente - a melhor tática dependo do seu tipo de negócio.
Vera Lú...: Renan, a revista Atlas do Mercado Brasileiro, editado pela Gazeta Mercantil, jornal especializado ... divisão de Renan, a Gazeta Mercantil tem uma publicação chamada Atlas do Mercado Brasileiro que traz o Índice de Potencial de Consumo (IPC) de todas as regiões com detalhes para as principais cidades.
Thomaz: oi
Renan: Vera, vc sabe como é composto esse indice ? eu andei vendo algo tb no 'MIDIA DADOS' mas nao encontrei como o indice é calculado....
Daniela Teixeira: Boa dica da Vera Lúcia.
Renan: verdade... muito boa mesmo.... vou ver este tb!
Daniela Teixeira: A informações macro conseguimos pelos relatórios normalmente. Consulte sites de associação tbém. Mas depois vai ter q cruzar a info com a info relacionada ao seu negócio. Só assim vai conseguir alcançar o seu obj.
Renan: verdade Daniela... essa interpretação precisa ser feita com bastante critério... pois senao fica um tanto 'miope' a analise do negócio...
Vera Lú...: Renan, precisaria consultar a revista ...
Daniela Teixeira: Rodrigo, a sua pergunta é complexa. Como definir produto para a demanda..
Renan: ok vera, vou checar.... muito obrigado!
Renan: Daniela/Renata, muito obrigado !
Daniela Teixeira: qual é o produto? Me explique um pouco mais para podermos contribuir
Lindsay : Rodrigo, eu sou responsável pela área de apoios insitucionais e de mídia da minha empresa, o processo que eu costumo fazer é o seguinte, pesquisas das instituições potenciais, desenvolvimento de propostas direcionadas para cada segmento, especificando as partidas e contrapartidas, em seguida o primeiro contato telefônico, apresentando a empresa e o projeto, depois envio da propsota detalhada por email e finalização com follow up, até o fechamento ou declínio da parceria!
Renata : Daniela, em que (de fato) IC pode contribuir na gestão de novos produtos e serviços? Traduzindo em miúdos, e m que uma empresa ganha em ter uma unidade de IC para gerir seus novos produtos e serviços
Daniela Teixeira: Legal Renan, o importante é q está no caminho certo. Faça a segmentação de clientes e prospects. Ligue, visite. Um trabalho de IC torna-se muito mais interessante para a empresa quando envolve contato com outras áreas. E qdo necessário com clientes, prospects, especialistas da pp empresa e do mercado.
Renata : o contato com as outras área é essencial mesmo.
George ...: Boa tarde Daniela, trabalho com monitoramento de mídia televisiva. Você conhece experiências de serviços de inteligência nesta área? Formas de extrair a informação exata do conteúdo de mídia?
Daniela Teixeira: Infelizmente, muitas empresas ainda não tem essa visão macro do que é um trabalho de IC e de como esse trabalho pode contribuir: desenvolvimento de novos produtos, fusões & aquisições, parcerias estratégicas para a empresa, posicionamento estratégica da empresa e dos produtos etc
Renan: verdade Daniela... muito obrigado!
Daniela Teixeira: respondendo à pergunta da renata Daniela, em que (de fato) IC pode contribuir na gestão de novos produtos e serviços? Traduzindo em miúdos, e m que uma empresa ganha em ter uma unidade de IC para gerir seus novos produtos e serviços
Andre: Daniela, infelizmente tive problemas com minha senha e nao pude pegar o chat desde o início. Tem alguma sugestão bibliográfica sobre IC ?
Vera Lú...: Daniela, me parece que a pergunta do George remete para a questão dos métodos de análise de informações, não? Isto me interessa muito, porque trabalho na coleta delas.
Daniela Teixeira: IC pode contribuir no desenvolvimento de business plans com informações específicas sobre mercado e concorrência.
Daniela Teixeira: cont. algumas informações já falei hj: levantamento e projeções do mercado em que a solução está (crescimento/ retração). Comentei q vcs precisam ficar alertas pq nem sempre encontramos info quantitativa específica sobre produto/serviços
Renata : concordo... o que esta unidade que chamamos IC agrega a esta atividade que justifique tê-la na organização? O que agrega (a mais) em termos de resultados empresariais?
Daniela Teixeira: às vezes precisamos construir um 'racional' e fazer assumptions baseadas em projeções. Por ex., no mercado de Outsourcing de TI (ITO), temos várias soluções. Um exemplo é o service desk.
Daniela Teixeira: às vezes torna-se impossível encontrar info específica sobre o crescimento de mercado de serv. desk. Temos, nesse caso, que fazer uma assumption q pode incluir 2 ou mais variáveis.
Daniela Teixeira: O crescimento de ITO pode ser uma dessas variáveis.
George ...: É isso mesmo Vera. Procuro conhecimentos sobre a análise da informação.
Daniela Teixeira: estou lá na pergunta do George agora..
George ...: gracías
Daniela Teixeira: Me explique um pouco mais sobre Formas de extrair a infromação exata do conteúdo de mídia?
Daniela Teixeira: só TV?
George ...: eu monitoro mídia televisiva e radiofônica.
Renata : trocando idéias com vcs... penso que IC está muito vinculado ao trabalho de inovação da gestão. estudando, pesquisando para dar as diretrizes do mercado, olhando os fatos adiante (diferente de futorologia ou achismo), assim acho que IC agrega no resultado comercial da empresa.
George ...: Dentro delas tenho um conteúdo de informações estratégicas para diversos setores do mercado.
George ...: Procuro formas de extrair isto. Métodos para "analisar" mídia e tirar produtos de informação.
Alexandre: Daniela, concordo com tudo isso, porém você conhece algum método além dos argumentos para convencer um diretor de que IC realmente irá render frutos ($) ?
Rodrigo: Ola, boa tarde a todos. Sou responsável pela área de inteligência de marketing numa empresa de telecomunicações. Aqui fazemos várias análises de mercado e análises de ações da concorrência mapeando os lançamentos e variações dos produtos por diversas fontes (mídia escrita, tv, contato com rede de vendas, visita a lojas da concorrência, etc) essa informações são importante porque nos possibilitam entender o posicionamento de cada um dos concorrentes e nos preparar para responder se for o caso.
George ...: consigo relacionar os arquivos de mídia com textos para poder identificá-los.
George ...: Mas procuro conhecer métodos para analisá-lo.
Renan: Alexandre, acho que o primeiro passo é apresentar alguns cases de sucesso... de outras empresas... e montar um escopo do que pode vir a ser a área na empresa... sem sponsor, creio que fique dificil implementar IC...
George ...: O diferencial do meu conteúdo de informação é a capacidade de obter informação em tempo real e informação pública ( que chega a todas as pessoas pela TV ou rádio)
Daniela Teixeira: George e Vera, milagre em IC não existe. E o diferencial de IC está exatamente na capacidade analítica, na atividade do profissional analítica. Escrevi um artigo em que defino o perfil profissional em 3 níveis: planilheiro, passado/presente e visionário. Disponível no meu blog: http://inteligenciaempresarial-brasil.blogspot.com Daniela Teixeira: continuando: posso indicar SWs de BI pra vcs como o da Microstrategy q é considerado 'uma Mercedes' perto dos outros disponíveis no mercado. Ou o da SAAS.
Daniela Teixeira: mas como sempre digo: nenhum deles substitui a capacidade analítica.
Daniela Teixeira: apenas ajudam a otimizar o trabalho.
George ...: e o que que devo entregar ao meu cliente? Cenários, riscos, oportunidades?
Daniela Teixeira: criam gráficos automáticos etc
Daniela Teixeira: Andre: Daniela, infelizmente tive problemas com minha senha e nao pude pegar o chat desde o início. Tem alguma sugestão bibliográfica sobre IC ? Sim Andre. Tenho várias sugestões: de links de sites a livros. Faz o seguinte: quem se interessar, pode enviar e-mail para daniela_teixeira@consultant.com que faço uma relação, OK?
George ...: Recentemente conversei com um vendedor estrangeiro de SW para IC. Ele me disse que cada empresa entende e define IC de forma diferente.
Renata : os sistemas de BI são ótimas ferramentas de análise mesmo. Trabalhei com SAS Enterprise Guide que tem uma interface bem fácil, recomendo.
Daniela Teixeira: Alexandre: Daniela, concordo com tudo isso, porém você conhece algum método além dos argumentos para convencer um diretor de que IC realmente irá render frutos ($) ?
George ...: obrigado Daniela, obrigado Renata.
Daniela Teixeira: respondendo: o melhor é mostrar trabalho. N tem outra forma. Executivo gosta de ver números, resultados, são obj. e práticos na maioria das vezes. Faça um trabalho de IC e mostre como este trab. ajudou a área x. Assim vai conseguir mostrar a importância de um trab. de IC.
Daniela Teixeira: Vejam: produtos é uma ótima para mostrar isso!
Daniela Teixeira: ajudem a área de produtos a reposicionar o prod. ou a lançar um novo produto. Ou a área de vendas com uma análise de win/loss de clientes para que eles possam entender as perdas e ganhos em disputas comerciais.
Alexandre: Obrigado, já estou em um projeto há seis semanas e ainda nao conseguimos a aprovação do CEO, mas irei procurar alternativas
Renata : acho que para definir a melhor ferramenta de BI vc precisa entender perfeitamente qual o seu problema de IC: é cliente, produto, receita... ?
Daniela Teixeira: IGeorge ...: e o que que devo entregar ao meu cliente? Cenários, riscos, oportunidades? Vc deve entregar tudo isso. No caso, nosso cliente são as áreas internas (produtos, vendas). Sempre procuro fazer uma cenário de recomendações para os projetos q entrego.
Daniela Teixeira: cria um diferencial na entrega de IC.
Daniela Teixeira: Não fazemos apenas coletas e análises. Podemos fazer muito mais.
George ...: más há um produto padrão de IC? Ou eu que tenho que criar?
Daniela Teixeira: É lógico q isso depende do grau de maturidade da empresa para trabalhar a IC Estratégica, relacionada com o futuro. Cabe a cada um de nós identificar se a emp. está preparada.
George ...: ok
Daniela Teixeira: George ...: Recentemente conversei com um vendedor estrangeiro de SW para IC. Ele me disse que cada empresa entende e define IC de forma diferente. Concordo plenamente! Segundo a definição da SCIP é mercado e concorrência (inform. externas). Mas a realidade é outra nas empresas: podemos fazer segmentação de clientes a performance de produtos.
Daniela Teixeira: George ...: más há um produto padrão de IC? Ou eu que tenho que criar? Não há um padrão. Como a Renata comentou acima, precisamos entender a real necessidade da empresa. Pode ser produtos, clientes ou mais...
Fabrizio: Bom pessoal. Mais uma vez agradeço a participação de todos... Daniela muito obrigado pela sua contribuição intelectual..
Daniela Teixeira: PESSOAL, SE FICOU ALGUMA QUESTÃO EM ABERTO PODEM ENVIAR E-MAIL PARA DANIELA_TEIXEIRA@CONSULTANT.COM QUE TEREI O PRAZER EM RESPONDER
Fabrizio: Gostaria de aproveitar e perguntar se vcs têm sugestões de temas para o próximo chat?
Daniela Teixeira: OBRIGADA PELA PARTICIPAÇÃO DE TODOS.
Renata : também adorei o chat!
Rodrigo: Obrigado Daniela e Fabrizio.
Alexandre: Muito Obrigado Daniela e Renata
Daniela Teixeira: Legal! Para mim tbém foi ótimo poder partilhar um pouco com vcs da minha vivência nessa área. Obrigada pelas ótimas contribuições.
Fabrizio: Eu é que agradeço. Ninguém tem sugestões de temas para abordarmos nos proximos chats?
Vera Lú...: Sugestão de tema: métodos de análise de mercado como SWOT, BCG, etc
Renata : massa! com isso a gente vai agregando experiência a este tema em formaçÃo. Valeu pela troca de todos! abs!
George ...: Muito obrigado Fabrízio e Daniela. Parabéns pelo trabalho!
Renata : porque não falarmos sobre coleta de informações?
Fabrizio: Obrigado George pela participação..
Vera Lú...: Esse é meu tema, Renata, o que faço!
Renan: Obrigado a todos vocÊs!
Fabrizio: Bom Renata, estou anotando todas as sugestões de vcs, e com certeza, iremos procurar profissionais especializados para os proximos chats
Vera Lú...: Obrigada Fabrizio, Daniela, pessoal.

segunda-feira, 2 de março de 2009

REVIE no Slideshare.com

Acesse a apresentação sobre o Método REVIE (versão powerpoint): http://www.slideshare.net/Daniela_Teixeira/revie-rede-de-valor-para-inteligencia-empresarial-autora-daniela-r-teixeira


Descrição:

Para que as empresas alcancem seus objetivos e saiam vitoriosas do campo de batalha diário, a proposta é que seja desenvolvida uma Rede de Valor para Inteligência Empresarial (REVIE) estruturada em quatro eixos: mercado/concorrência, produtos/serviços, clientes e parcerias.

A Rede de Valor para Inteligência Empresarial (REVIE) é uma rede de melhores práticas para MKT e Vendas que ganha poder de fogo com os avanços da web 2.0 no campo de batalha.

A construção de uma Rede de Valor para Inteligência Empresarial (REVIE) aliada às táticas de guerrilha cria novos ângulos competitivos com inovação e resultados. Empresas – deixem as armas convencionais de lado!