sábado, 12 de setembro de 2009

Desafio Ning Exame PME: o que você faria se fosse esta moça?

Olá,

Estou no ning da Revista Exame PME (http://revistapme.ning.com - recomendo!).

Depois de ler o post do ning (copiei abaixo), não tive como não lembrar dos comentários na última aula da pós-graduação da FEA-USP sobre empreendedorismo e falta de visão para exportação dos brasileiros.
A confecção dessa moça de apenas 34a é um exemplo de que pode dar certo! Expansão dos negócios com exportação.

A minha resposta segue logo abaixo ao ‘mini case’. Se quiserem se cadastrar no ning e participar com respostas às perguntas abaixo, o prazo é até 12/9, às 20:00 hs.

SDS,

Daniela Ramos Teixeira
linkedin: www.linkedin.com/in/dteixeira
twitter: www.twitter.com/ramos_daniela


O que você faria se fosse esta moça?


http://revistapme.ning.com/page/o-que-voce-faria-se-fosse-esta

Quem é ela Fabiola Molina
Idade: 34 anos
De onde: São José dos Campos, SP
Profissão: Atleta olímpica e empresária


A Confecção Fabiola Molina
Faturamento: 800 000 reais (previsão para 2009)
Crescimento: receitas 20% maiores que em 2008
Meta: dobrar a produção de 3 mil peças ao ano até 2011
Conquista: boa parte da produção é exportada. Entre as clientes, estão as nadadoras da Universidade de Stanford, na Califórnia


"Eu odeio as marcas de maiô no bronzeado", afirma a nadadora olímpica Fabiola Molina, de 34 anos. Fabiola treina em piscina descoberta, e foi para evitar as marquinhas que, em 2002, procurou uma costureira da família. Seu pedido: um duas-peças menor do que os tradicionais de treino, mas que fosse igualmente confortável.
Quando Fabiola apareceu para treinar de sunquíni colorido, muitas colegas lhe pediram para desenhar um também para elas. Nascia, assim, a confecção de Fabiola, que leva seu nome.

Nos anos seguintes àquele momento na beira da piscina olímpica de uma associação esportiva de São José dos Campos -- cidade no interior paulista onde Fabiola nasceu --, as vendas aumentaram. De quatro anos para cá, período em que a atleta passou temporadas no exterior, a Fabiola Molina se expandiu com exportações. Metade do faturamento de 800 000 reais previsto para este ano -- 20% mais que em 2008 -- veio de fora.

As coleções, que agora incluem biquínis e sungas para usar na praia, são apresentadas num site. As peças exportadas chegam às consumidoras fora do país por um serviço da Fedex especial para pequenas e médias empresas. Fabiola gostaria de dobrar a produção até 2011, mas teme que os investimentos demorem para retornar.

Qual a chance real de a confecção de Fabiola prosperar nos próximos anos? Compensa investir nesse mercado? O que você faria se estivesse no lugar de Fabiola? O que falta para os negócios dela realmente deslancharem? E o que você gostaria de perguntar para ela? (O prazo para fazer as perguntas é até este sábado, 12/09, às 20 horas. Ela vai respondê-las neste final de semana.)


Minha Resposta:

Olá Fabiola, Parabéns! Ainda estou no começo com meu próprio negócio, mas também chego lá! Mulheres empreendedoras como você nos inspiram mais ainda a continuar no campo de batalha diário e a vencer.

Respondendo às perguntas, esse já é um negócio próspero, na minha opinião. É certo que há necessidade de melhorias para acompanhar todo esse gás que exige essa fase do negócio.

Como alguns colegas já observaram nos comentários acima, temos poucos dados para fazer grandes recomendações, mas sabemos que o Brasil está em alta lá fora (um exemplo é o sucesso das havaianas que tem tudo a ver com o negócio da Fabíola: moda praia) e a Fabiola é uma atleta. Isso ajuda e muito no tipo de negócio que ela escolheu. Dessa forma, a resposta é sim: compensa continuar investindo nesse negócio.

Se eu estivesse no lugar da Fabiola, eu focaria as ações em Inteligência de Parceiros para fortalecer as alianças e parcerias, principalmente com empresas estrangeiras já que o foco é a exportação. Fabíola, pense na formação de uma rede de cooperação empresarial, com empresas parceiras trabalhando juntas, e em relações de ganhos mútuos, tipo ‘ganha-ganha’.

Pelas informações acima, o produto já é vencedor, mas é importante também se atualizar sempre das tendências de moda em cada país, das cores que caíram no gosto popular etc. Por isso, não deixe de trabalhar a Inteligência de Clientes aliada à Inteligência de Produtos. Com a web 2.0 e a proliferação das redes sociais, as ações nesse sentido são armas poderosas e vão ajudar a empresa da Fabíola no desenvolvimento de ações voltadas à fazer com que seus clientes vivenciem uma experiência de valor agregado com sua empresa. É o marketing de experiência (customer experience).

Por fim, não deixe de olhar o seu concorrente (Inteligência Competitiva). Há várias confecções no Brasil que já exportam biquínis e sungas. Se há uma preocupação sobre o retorno dos investimentos (informação do texto), um bate-papo com quem já percorreu esse caminho pode ajudar. Uma pesquisa também.

A minha pergunta: Fabiola, você gostaria de conhecer o Método REVIE (Rede de Valor para Inteligência Empresarial)? É uma Rede de Melhores Práticas para MKT e Vendas com foco em quatro eixos trabalhando juntos e integrados: Inteligência Competitiva, Clientes, Produtos e Parceiros.
Amarrei os quatro eixos no texto acima, com ou poucos dados que tínhamos. Foi divertido!

2 comentários:

José Carlos Alves disse...

Boa tarde Daniela!!!

Vou agora para a Invenire para trabalhar com o Cristiano.

Brilhante a sua colocação na resposta da REVIE!! Show!
Nos falamos...

Jose Carlos Arruda Alves
Presidente
INVENIRE

Edson Higa disse...

Oi Daniela, quanto tempo hein!

Comigo está tudo bem, eu e a Silvia continuamos na Australia.

Dei uma olhada rápida no seu blog e estou impressionado com o que você tem feito.

Parabéns e sucesso na sua carreira.

Edson Higa
Analista Programador
Fujitsu Australia