quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Método REVIE no IPCOMM 2008 - 3/12

Estarei na próxima quarta (3/12) participando do evento IPCOMM 2008.

IPCOMM 2008 - 2 a 4/12

Tema: REVolucionando MKT e Vendas: como vencer a guerrilha diária.
Data: 03/12/2008

Horário: 08h30 às 10h00 hs

Auditório: Sala Coral

Centro de Convenção Rebouças

Site do IPCOMM: http://www.ipcomm2008.com.br/mensagem/pub/mensagem.php?tipo=0&id_mensagem=custom_custom_progcom

O objetivo é introduzir, aos poucos, o Método REVIE (Rede de Melhores Práticas para MKT e Vendas).

Vou falar de melhores práticas das empresas nos 4 eixos: produtos, clientes, mercado e parceiros.

Foco empresas de Telecom.

Mais informação sobre a minha palestra em http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/eventos/eventos/03-12-revolucionando-mkt-e-vendas-como-vencer-a-guerrilha-diaria.html






SDS,
Daniela R. Teixeira

Chat no Portal da Ibramerc em 28/11 (sexta)

Olá, vou participar de um chat de Inteligência de Mercado na sexta - 28/11 - a convite da Ibramerc (www.ibramerc.org.br)

28/11 - 16:00 às 17:00 hs.

Escolhemos o tema como a IC (Inteligência Competitiva) contribui com o desenvolvimento de novos produtos/ serviços.

Para participar do chat é só se cadastrar em http://www.ebusinessbrasil.com.br/redesocial/

SDS,
Daniela R. Teixeira

sábado, 15 de novembro de 2008

Redes de Valor: os avanços da colaboração em MKT e Vendas na era WEB 2.0

Redes de Valor ou Modelos de Negócio em Rede é um conceito empresarial que surgiu na década de 90, baseando-se nas competências essenciais das organizações, em modelo proposto por Gary Hamel e C. K. Prahalad em 1990. (Balceiro et alli 2002)

Os autores já ressaltavam, na década de 90, a importância das organizações investirem em parcerias que pudessem complementar às suas competências com o objetivo de formar uma Rede de Valor capaz de agregar valor em toda a cadeia produtiva até o consumidor final. (Hamel e Prahalad, 1990)

A Rede de Valor é uma rede de fornecedores, distribuidores, provedores de serviços e clientes que conduzem as transações e comunicações comerciais através das tecnologias de comunicação e informação (TCI), com o objetivo de produzir valor para os consumidores finais e para os membros da rede. (Tapscott et alli 2001)

Para Verna Allee (2002), Rede de Valor (Value Network) é qualquer relacionamento via web que gera valores tangíveis (ex.: dinheiro) e intangíveis (ex.: benefícios) por meio de uma troca dinâmica e complexa entre dois ou mais indivíduos, grupos ou organizações.

Neste contexto, a colaboração ganha maior peso no ambiente empresarial. Entretanto, os grandes desafios das empresas continuam sendo os mesmos:

- como lidar com tanta informação?

- como sair na frente em vendas?

- como agregar valor ao negócio, ganhar vantagem competitiva e ser líder?

- como fazer parcerias estratégicas?

- como desenvolver produtos que vendam?

- como garantir a ‘satisfação’ dos acionistas e dos clientes?

- como ser realmente reconhecida como uma empresa inovadora?


Para que as empresas alcancem seus objetivos e saiam vitoriosas do campo de batalha diário, a proposta é que seja trabalhada e desenvolvida uma ‘Rede de Valor para Inteligência Empresarial’ com foco:

- no mercado/concorrência;

- nos produtos/serviços;

- nos clientes e

- nas parcerias.


A Rede de Valor para Inteligência Empresarial (REVIE) é uma rede de melhores práticas para MKT e Vendas estruturada em quatro eixos: produto, concorrência/mercado, clientes e parceiros. É uma rede de valor formada pela empresa, clientes e parceiros estratégicos (fornecedores, distribuidores, provedores de serviços) com o objetivo não só de reunir a informação e integrar os dados, mas de criar e partilhar o conhecimento com um nível de colaboração em que os ganhos e resultados sejam maximizados.





O conhecimento e a colaboração são a base da Rede de Valor para Inteligência Empresarial (REVIE). A inovação e a criação de valor (para os clientes, parceiros, empresa e acionistas) – os resultados.

As ferramentas e as plataformas da nova web (Web 2.0) fazem parte de uma das bases da REVIE – a Colaboração, podendo ser utilizadas nos quatro eixos: produto, concorrência/mercado, clientes e parceiros.

A evolução da internet com a nova web abre novas frentes de inovação, conhecimento e geração de valor para as empresas. Essa nova web é mais conhecida como Web 2.0 e também ganhou outros nomes: Living Web, Hypernet, Active Web, Read/Write Web. Tapscott e Williams (2007) alertam que, independente do nome, a nova web é uma plataforma global e onipresente para computação e colaboração que está remodelando quase todos os aspectos das relações humanas.

Nesse cenário de colaboração e interatividade, as ferramentas da Web 2.0 com os blogs, wikis, ambientes virtuais em 3d, como o Second Life, ganham peso para as empresas vencerem a guerrilha diária.

As oportunidades de interação e trabalho em conjunto são inúmeras. Como exemplo, clientes contribuindo com idéias para novos produtos/serviços num portal on-line. Neste caso, clientes atuando como designer. A empresa pode incentivar a participação com uma premiação anual, ainda que simbólica.

Clientes espalhando uma campanha on-line da empresa para a sua rede de contatos no My Space ou por e-mail, atuando dessa forma como mídia da empresa. Clientes atuando como advogados da marca em blogs específicos mantidos ou não pela empresa.

A Web 2.0 facilita a evolução da colaboração e do próprio conceito de Rede de Valor. Dessa forma, o relacionamento que predomina na REVIE (Rede de Valor para Inteligência Empresarial) é win-win: empresa-cliente, empresa-parceiro e parceiro-cliente.

A empresa e os parceiros estratégicos ganham vantagem competitiva, agregam maior valor ao negócio e inovam com resultados eficientes.


ALLEE, V. A Value Network Approach for Modeling and Measuring Intangibles. White Paper, 2002. Disponível em: www.vernaallee.com/value_networks/A_ValueNetwork_Approach.pdf . Acesso em: 05/2008.

BALCEIRO, R. B. ; ÁVILA, G. M. ; CAVALCANTI, M. C. B. A Função Logística nas Redes de Valor. Trabalho apresentado no V SIMPOI 2002 – Operações e Redes Produtivas: Integração e Flexibilidade (Congresso). São Paulo: Fundação Getúlio Vargas, out. 2002.

HAMEL, G.; PRAHALAD, C.K. Competing for the Future. Harvard Business School Press, Boston, 1990.

TAPSCOTT, D. ; TICOLL, D; LOWY, A. Capital Digital : dominando o poder das redes de negócios. São Paulo : MAKRON Books, 2001.

TEIXEIRA, Daniela Ramos. Inteligência Empresarial: muito além do BI. 2008. Disponível em:
www.kmbusiness.net/images/dteixeira_05_2008.pdf . Acesso em: 11/2008.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Artigos comentados pelo moderador do forum de TI no portal SBGC

A seguir, comentários do colega Claúdio Prospero, moderador do forum de TI da SBGC, e do Prof. Dr. Denis A. Rezende sobre alguns artigos que escrevi.

http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=5272&forumid=35

claudioprospero
Super Member

Boa tarde.

Tenho a sorte de estar acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos da Daniela desde os tempos em que a conheci no grupo de Gestão de Conhecimento da SUCESU-SP, já há alguns anos.

Recomendo a leitura dos textos produzidos por ela, muitos dos quais estão disponíveis no site da SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento.

Recomendo a leitura do Paper, de 04/2007, sobre o assunto.

Disponível em: http://www.leansixsigma.com.br/ACERVO/ACERVO_3115631.PDF

Segue um trecho como “aperitivo”:
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As Faces da Inteligência: como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional

*Daniela Ramos Teixeira

A aplicabilidade da Inteligência não deve se limitar a grandes organizações. É essencial que cada empresa, seja uma grande corporação ou PME (pequena e média empresa), construa o seu modelo de Inteligência.

É crescente o número de organizações que investem em Inteligência para reduzir os riscos na tomada de decisão, melhorar o desempenho da equipe de vendas e MKT, neutralizar o avanço da concorrência e, mais recentemente, buscar na inovação o diferencial competitivo para agregar valor ao negócio.

O objetivo da Inteligência é transformar informação subjetiva e desagregada em vantagem competitiva para agregar valor aos negócios. A aplicabilidade da Inteligência, dessa forma, não deve se limitar a grandes organizações. É essencial que cada empresa, seja uma grande corporação ou PME (pequena e média empresa), construa o seu processo de Inteligência, definindo o foco inicial de atuação bem como o desenvolvimento e a implementação do modelo (in-house, terceirizado ou híbrido).

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Recomendo também: Inteligência Empresarial: muito além do BI disponível em: http://www.bucci.com.br/artigos/artigo_divulgacao_curso_gtreinar.pdf



Segue um trecho como “aperitivo”:

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Inteligência Empresarial: muito além do BI

* Daniela Ramos Teixeira

No cenário hipercompetitivo do ambiente empresarial, as táticas de guerrilha ganham projeção e seguidores cada vez mais fiéis. Dentre as técnicas para vencer a batalha predominam respostas rápidas ao mercado, parceiras estratégicas, grande conhecimento dos clientes, investimentos na mídia não-convencional e ações que surpreendam o cliente e também o concorrente.

Há 50 anos, no surgimento do Marketing, já se falava em satisfazer as necessidades dos clientes; a partir da década de 90, exceder as expectativas dos clientes e encantá-los passou a ser o foco. Mais recentemente, gurus de MKT e Estratégia levantam a bandeira para a importância das empresas em ‘criar as necessidades’ nos clientes, desenvolvendo produtos/serviços que, além de competitivos, devem ser inovadores.

Para que as empresas alcancem seus objetivos e saiam vitoriosas do campo de batalha diário, a proposta dessa abordagem é que seja trabalhada e desenvolvida uma ‘Rede de Valor para Inteligência Empresarial’ com foco:

- no mercado/concorrência;

- nos produtos/serviços;

- nos clientes e

- nas redes de valor de parceiros.





drezende
RE: Inteligência Empresarial: muito... (em resposta à claudioprospero)

Também gostei do texto do Daniela Teixeira, pois concordo que a Inteligência Organizacional vai muito, mais muito além de um software B.I.

Os textos dela vêm ao encontro com meus livros e artigos que versam sobre o alinhamento da Informação as Estratégias com foco nos negócios ou nas atividads públicas.

--
Denis Alcides Rezende, Dr.
Nove D - PUCPR - FAE
Currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/9202172197777351






Daniela

RE: Inteligência Empresarial: muito... (em resposta à claudioprospero)

Olá Prospero e Rezende,

Cá estou eu de volta aos foruns da SBGC.
Prospero, vou acompanhar as mensagens para poder contribuir na medida do possível com esse forum com foco em TI.

Rezende, bom saber que há outros que compartilham da mesma opinião: alinhar TI e informação às estratégias dá resultados. Hoje transformamos dados em inteligência com a ajuda de TI. Agora, para transformar inteligência em estratégia e estratégia em ação precisamos de muito mais!

abçs Daniela R. Teixeira

domingo, 9 de novembro de 2008

As Faces da Inteligência no Portal Meta Análise

O meu artigo "As Faces da Inteligência: como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional" acabou de ser publicado na seção "Ponto de Vista" do portal Meta Análise, especializado em jornalismo com conteúdo em Inteligência de Mercado.

Mais em:

http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/momento/ponto-de-vista/as-faces-da-inteligencia-como-direcionar-a-sua-organizac-o-e-definir-o-perfil-profissional.html





Baixe a versão em PDF. Tem figuras. Bem melhor!

abçs Daniela Ramos Teixeira